O governo federal anunciou ter assinado acordos para ampliar o número de rotas aéreas com México, Canadá e Rússia.

Devido à sobrecarga do aeroporto de Guarulhos, em São Paulo, as empresas aéreas terão que escolher novas paradas em território nacional.

Na rota Brasil – México, foram liberados o número de vôos comuns. A cidade do México também não poderá ser o destino das viagens. Lá também o aeroporto está superlotado.

No caso do Canadá, foi acertada uma liberalização tarifária total e a eliminação as limitações ao número de vôos semanais. E com as autoridades russas foi aprovada a liberalização das tarifas e a ampliação da freqüência dos vôos semanais, que passarão de três a um máximo de 14, sete deles reservados para cargas.

Agora, cabe às autoridades do GDF entrarem em campo e convencerem as empresas aéreas que o melhor local de pouso e decolagem destes vôos é a Capital Federal.  A cidade pode se transformar no que os técnicos chamam de HUB – um ponto de redistribuição de passageiros internacionais para outros pontos do Brasil e até da América do Sul.

Além de mais turistas deixando recursos na cidade, isso implica em mais emprego para o brasiliense. Empregos diretamente na assistência e manutenção destas aeronaves, tais como alimentação, limpeza, check-in etc. Empregos também no comércio local, bares, restaurantes, hotéis, agências de turismos, taxistas.

Brasília pode entrar na rota do turismo internacional, é só não perder o bonde, ou melhor, o avião da história.