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Por TT Catalão

Cumpre-nos o doloroso dever, comunicar o falecimento do futebol brasileiro. O desfecho ocorre após longo período de preces e descasos, enfim, culminando na perplexidade geral ante belos estádios, porém, sem time! Decidiu-se por tão drástico epitáfio após a pífia caricatura de equipe, jogadas e desempenho apresentados nos últimos anos.

O óbito foi anunciado e reconhecido por antecedentes escandalosamente conhecidos que culminaram na falência múltipla de órgãos (estatais e não governamentais).

Aguarda-se uma providência extraterrena, na esfera dos milagres, para uma remota (mas, possível) Operação Lázaro em que da tumba renasça a graça, elegância e beleza de um futebol digno da ginga nacional capaz de enfrentar gangues locais e adjacências.

Foram suspensos os ritos fúnebres por suspeita de superfaturamento nas flores, corbélias e comissão das carpideiras.  A pátria também retira as chuteiras, pois não houve acordo entre os patrocinadores do artefato próprio para o ludopédico bretão (atualmente alemão, pasmem, aqueles que jogavam “algo parecido com futebol”, há alguns anos).

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