Foto protesto PPCUBBrasília não é uma ilha e a gente sabe que a “pérola” piloto só existe pelo trabalho e a expressão de TODA cidade (“a cidade é uma só” já proclamou o Adirlei).
Sabemos que quando se fala em “preservar o Plano” não é um requinte burguês de “mantenha-se a pérola e que se dane o resto”:  assim como a justiça social e bem-estar de qualidade de vida tem que estar em TODA cidade.
O Plano Piloto é um simbolo cultural e integra a memória e construção coletiva de um imaginário politico como referência – agredir essa “pérola” é sinalizar que a lei do mais forte vai engolir até a “pérola”.
Pode ser coerente com a destruição de tudo, pois a violência sempre cai nos sobre os excluídos e  periferias; mas, lutar para que se respeite alguns princípios e tentar segurar a onda devastadora da cobiça, do conchavo e do pragmatismo irresponsável que tanto nos horRORIZaram, antes e que, agora, nos ameaçam…
Alguns recuos do PPCUB demonstram que ainda há cabeças e sensibilidade além das juritis de carreira

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