Por Luiz Martins da Silva

 

Lá, há, para ele,

Sumidade humana,

Um trono armorial de santo,

Pronto, já há tanto tempo!

 

Sua sina foi ser messiânico,

Imaginário compadecido

De um povo e seu devaneio,

Sublimação pelo riso.

 

Lá, no alto, agora, auréola

Para tantos personagens

E, aqui, cordel de louvores.

 

Santo foi, ao nosso modo,

Mártir, não de sofrimento,

Mas da pureza de um jumento.

 

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