Por Luiz Martins da Silva

 

Para os meus irmãos jornalistas

Que a cada amanhecer

Possamos, de novo, nascer;

Outra vez, outro dia, juntos;

Na vida, no eito, na jour-nada.

 

Dizer coisas simples,

Do pouco, se diz muito;

Coisas do tipo: “E, aí, véi?”

E, que resposta, “Valeu!”

 

Tudo escrito, à pena;

Nossas almas, aladas,

Num cotidiano de sobrevoos,

De mais lições que se aprendam.

 

Saber que você está, aí, de novo;

No ofício, nas letrinhas,

Que são suas, que são minhas;

Nossas, enfim, oferendas.

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