Por Romário Schettino, publicado originalmente no jornal Brasil Popular

 

O filho do presidente deposto pelo Golpe de 1964, João Vicente, denunciou “o ato de covardia do governador Rodrigo Rollemberg” que cedeu a interesses reacionários da cidade e extinguiu o ato assinado pelo governador Agnelo Queiroz.

A decisão de Rollemberg já custou a renúncia de seu secretário de Trabalho, George Michel, presidente do PDT-DF.

Os senadores Randolfe Rodrigues (PSOL-AP) e Roberto Requião (PMDB-PR) também foram solidários com o Instituto João Goulart. Requião disse que “Rollemberg tomou uma atitude semelhante à do Estado Islâmico em Palmira, ao tentar eliminar a importante história das reformas de base de Jango, um marco na vida política do Brasil”.

Requião anunciou que 45 senadores já assinaram manifesto de apoio ao Instituto Jango. João Vicente informou que a Câmara Legislativa aprovou por unanimidade a concessão do título de Cidadão Honorário de Brasília ao presidente Jango.

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