Em setembro, o IPCA-15 aumentou +0,75% no Distrito Federal, contra +0,39% no Brasil

 

Neste mês de setembro, a variação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15) foi de +0,75% em Brasília e de +0,39%, no país. Os dados são do IBGE.

O IPCA-15 mede a inflação da metade de um mês até a metade do mês seguinte. Essa taxa de inflação ainda não computa o pacote de ajuste fiscal de Rodrigo Rollemberg, que aumentou passagens de ônibus e metrô, restaurante comunitário r pretende ampliar a carga tributária, em especial a Taxa de Iluminação Pública e Imposto sobre Circulação de Mercadorias – ICMs. O impacto desses aumentos deve aparecer na inflação de outubro.

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tabela inflaçãoComparada aos índices regionais, a taxa candanga (0,75%), foi a maior do país. Ela foi influenciada pela alta das passagens aéreas (22,83%), da energia elétrica (6,83%) e do gás de botijão (7,69%). O custo da energia elétrica subiu 18,26% em 26 de agosto e o do gás, 15,00%, em 1º de setembro.

Embora tenha apresentado um índice equivalente a quase o dobro do verificado nacionalmente, a inflação do DF acumulada no ano atinge +5,89%, contra +7,78% para todo o Brasil.

Como se calcula

Para o cálculo do IPCA-15 os preços foram coletados no período de 14 de agosto a 14 de setembro de 2015 (referência) e comparados com aqueles vigentes de 15 de julho a 13 de setembro de 2015 (base). O indicador refere-se às famílias com rendimento de 1 a 40 salários mínimos e abrange as regiões metropolitanas do Rio de Janeiro, Porto Alegre, Belo Horizonte, Recife, São Paulo, Belém, Fortaleza, Salvador e Curitiba, além de Brasília e Goiânia. A metodologia utilizada é a mesma do IPCA, a diferença está no período de coleta dos preços e na abrangência geográfica.

 

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