Por Gustavo Dourado. Foto de Antonio Cruz/ABr

 

Ferem o coração da terra, as águas dos rios, os mares
Com os rejeitos do ferro, do aço, do lucro, da poluição
Desmatam, desaguam, desqualificam e desequilibram
Desertificam o solo, morrem os peixes, haja exploração
Amargam o Doce, em um Vale de lágrimas e de dores
Desambientam, retrocedematam, retroagem a evolução

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