Poema de fim de semana: Então, Pare.

Por Luiz Martins da Silva. Foto de Chico Sant’Anna

 

Desculpas à turma da fumaça,
Verde prefiro, o cheiro do mato.

Exportar a morte, que despropósito!
Vão-se: boi, água, floresta e pasto.

Tudo que é podre, a Terra come.
Carne comendo carne, lobisomem?

Que prejuízo, não ter juízo.
Green grow the lilacs [dollars].

Inútil, a queima de arquivos.
Já havia o back up, no Judiciário.

Dia Mundial da Água: 70 toneladas.
Lixo profundo ainda é Lago?

Desmate na montante,
Jusante seca num instante.

A seca não tarda. Prepare acero.
Aquecimento global, pare.

Se o que dói em mim não em você,
Então, saia do self.

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Sobre Chico Sant'Anna

Sou jornalista profissional, documentarista, moro em Brasília desde 1958. Trabalhei nos principais meios de comunicação da Capital Federal e lecionei Jornalismo também nas principais universidades da cidade.
Esse post foi publicado em Arte e Cultura em Brasília, Cultura, Fotografia, Literatura, Meio ambiente, Poemas & Poesias. Bookmark o link permanente.

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