Brasília vai entrar no terceiro ano de crise hídrica e pouca coisa se fez desde que os reservatórios começaram a secar.
Não foi implementada uma política de incentivo aos moradores a tomarem iniciativa de captação d’água. Pelo contrário, os preços das caixas d’água subiram mais do que as contas da Caesb.
Quem não tem recursos, teve que se virar com baldes e tonéis improvisados.
Nenhuma redução de impostos para quem implantasse uma coleta da chuva. Apenas os novos imóveis, que com a crise econômica, não são muitos, é que passaram a ter exigências especificas de reaproveitamento d’água. Mas, e nas residências dos três milhões de habitantes que habitam em Brasília?

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Tudo ficou pela expectativa de São Pedro e de uma adutora que trará água da barragem de Corumbá 4.
Quando vai ficar pronta, não se sabe, a obra está nas mãos do GDF e do governo de Goiás.
O que se sabe, é que mesmo com Corumbá 4, a partir de 2030 novas fontes hídricas serão necessárias. E 2030 está logo ali.
Enquanto isso, os mais pobres sofrem mais acentuadamente com a falta d’água.

Acompanhe aqui o nosso comentário sobre esse tema no programa Direito de Antena, no Canal Cidade Livre, a TV Comunitária de Brasília.