Orçado em R$ 18.176.585,20, o projeto envolve os 2,1 quilômetros, entre o fim do Eixão Sul e o terminal do Aeroporto e prevê novas faixas na lateral da via e novos acessos. Mas tudo está parado. Foto Chico Sant’Anna

A obra teve início em agosto de 2017 e tinha a previsão de estar concluída entre 12 e 18 meses. Agora, não se sabe exatamente quando ficará pronta.

 

Por Chico Sant’Anna

 

Desde dezembro de 2017, não se vê operários nem máquinas trabalhando nas obras de ampliação da EPAR (DF-47), que liga o Eixo Rodoviário ao Aeroporto. Nas laterais da via, em especial do lado do Jardim Zoológico, ficou só o buraco feito pelos serviços de terraplanagem.

A obra teve início em agosto de 2017 e tinha a previsão de estar concluída entre 12 e 18 meses. Ou seja, entre agosto de 2018 e fevereiro de 2019. Agora, não se sabe exatamente quando ficará pronta.

Para entender a reforma que foi projetada para a EPAR, leia também:

Publicada originalmente na coluna BRASÍLIA, POR CHICO SANT’ANNA, no semanário Brasília Capital.

Orçado em R$ 18.176.585,20, o projeto envolve os 2,1 quilômetros, entre o fim do Eixão Sul e o terminal do Aeroporto e prevê novas faixas na lateral da via, novos acessos, tanto para quem vai do Plano Piloto ao Aeroporto, quanto quem de lá é proveniente; bem como para os que se dirigem ao Lago Sul, Park Way, Gama e Santa Maria.

Também está prevista a instalação de nova sinalização e de ciclovia. Rumores comentam a falta de recursos no GDF.

O DER, depois de muita demora em responder afirmou que a obra não parou, mas que aguarda licença ambiental do Ibram.

Por duas vezes, recentes, a Polícia Militar Ambiental resgatou, recentemente, um bicho preguiça que tentava atravessar a EPAR.

O Ibram, por sua vez, afirma que a licença já foi concedida. Na verdade, concedida ainda no governo Agnelo. Em janeiro de 2013, o Ibram concedeu a licença, na qual exige compensações ambientais mediante a execução e manutenção de aceiros em diversas Unidades de Conservação do DF.

Ainda a título de minimização dos danos ambientais, foi determinado que a obra inclua o cercamento com alambrados das laterais da via, para evitar que animais atravessem-na e a construção de uma passagem aérea para animais. Já por duas vezes, a Polícia Militar Ambiental resgatou, recentemente, um bicho preguiça que tentava atravessar a EPAR.