Os imóveis da SQS 102 possuem área em torno de 102 m². São imóveis com 35 anos de existência, em média, e a grande maioria estava disponibilizada a servidores do Banco Central. A locação de apartamento nessa quadra tem valores entre R$ 2 mil e R$ 3 mil mensais.

Por Chico Sant’Anna

O Ministério da Economia colocou à venda treze apartamentos no Plano Piloto. Do total, doze são localizados na Superquadra Sul 102 e o outro, na 113 Sul. Os imóveis serão comercializados por meio de três concorrências públicas, agendadas para os dias 15 e 22 de setembro e 1º de outubro. É bom que os interessados analisem a situação física dos imóveis e se há dívidas acumuladas, pois eles serão vendidos na forma em que estão. Nos editais publicados nessa quarta-feira, 19/8, não foi informado se os apartamentos estão desocupados.

Os imóveis da SQS 102 sul estão distribuídos pelos blocos A, C, D, F e J. São os maiores, com áreas em torno de 102 metros quadrados. Segundo o mercado imobiliário, são imóveis com 35 anos de existência, em média, e a grande maioria estava disponibilizada a servidores do Banco Central.

Para quem pensa em comprar como investimento, a locação de apartamento nessa quadra tem valores entre R$ 2 mil e R$ 3 mil mensais. Não há detalhes se esses são dotados de garagens e se elas serão vendidas conjuntamente. Os preços mínimos variam entre R$ 909 mil e R$ 1,006 milhão. Já o imóvel da SQS 113 Sul, bloco D, possui R$ 85 m², com lance mínimo de R$ 733 mil.

A comercialização desses imóveis foi autorizada pela Secretaria de Coordenação e Governança do Patrimônio da União (SPU) em fevereiro desse ano. Na ocasião, foram disponibilizados 19 apartamentos funcionais na Asa Sul, em Brasília. A expectativa era arrecadar R$ 20 milhões. Não foi informado se os recursos terão alguma aplicação especifica. Entretanto, nem todos os imóveis autorizados no início do ano foram agora lançados nos dois editais publicados na imprensa local.

Além dos apartamentos do Distrito Federal, haverá a comercialização de imóveis em outros Estados. A venda não será sob a forma de leilão, na qual os lances podem ser superados por outro à medida em que os interessados fazem suas ofertas. A modalidade da venda é concorrência pública, denominada sessão pública eletrônica, e as ofertas terão que ser feitas antes da abertura do pregão em lances fechados. Mais informações no sitio https://imoveis.economia.gov.br