Desenho de Anaí Ribeiro Jerozolimski, a Naná,

O Cerrado brasileiro já perdeu 50% de sua área natural.
Berços das águas que correm de Norte a Sul,

ele depende de um comportamento diferenciado do ser humano.

Dois exemplos singulares demonstram que isso é possível.
Uma iniciativa comunitária mantém um viveiro no Park Way,

onde as mudas são intercabeadas
como no velho escambo.

Mudas vão, insumos vem e todos ajudam.
Mas o Viveiro Comunitário do Park Way faz mais do que produzir mudas.
Ele planta sementes.

Semeia nos corações e nas mentes das pessoas.
Reaviva o sentido de como é bom e importante conviver com as plantas.
Uma semente que brota especialmente nas novas gerações, nas crianças.
Instada no colégio a fazer uma pesquisa sobre o Park Way,
para que num desenho apontasse seu lugar favorito,
o mais importante,
Anaí Ribeiro Jerozolimski, a Naná, de apenas nove anos, não titubeou.
desenhou o Viveiro Comunitário.
Revelando que já brota dentro dela uma muda,
uma muda de esperança.
Para o Cerrado e para a Humanidade.