Jardins de Burle Marx, mais uma promessa de Agnelo que não sai do papel

Jardins de Burle Max EsplanadaDo G-1

A previsão de conclusão das
obras ficou para o meio de 2015.

Localizado na região central do Plano Piloto, um projeto de urbanização inspirado no paisagismo do artista plástico Burle Marx começou a ser realizado em 2013 sob promessa de recepcionar os turistas para a Copa do Mundo.

Cinco meses após o megaevento, no entanto, o espaço de 225 mil metros quadrados entre a Torre de TV e a Rodoviária do Plano Piloto continua em obras, com montes de terra e buracos cavados no canteiro central do Eixo Monumental.

A denúncia é do G1-DF TV, da TV Globo. Ouvida pela emissora, a Companhia Urbanizadora do DF (Novacap), a previsão de conclusão das obras ficou para o meio de 2015.

O projeto prevê o plantio de vegetação nativa do cerrado e de canteiros de flores, a instalação de ciclovias, calçadas e espelhos d’água e a construção de espaços de convivência no local.

À época da assinatura da ordem de serviço, em julho de 2013, o orçamento previsto era de R$ 6 milhões. No começo do ano, a Novacap previa que o parque seria entregue no Mundial de futebol sem a parte hídrica e a iluminação de realce, que estariam prontos em outubro. Os prazos tiveram de ser revistos.

Sobre Chico Sant'Anna

Sou jornalista profissional, documentarista, moro em Brasília desde 1958. Trabalhei nos principais meios de comunicação da Capital Federal e lecionei Jornalismo também nas principais universidades da cidade.
Esse post foi publicado em Áreas verdes, Brasília - DF, Copa 2014, Copa do Mundo & Olimpíadas, Desenvolvimento Urbano, Eleições 2010, Eleições em Brasília, Esplanada dos Ministérios, Festas & Eventos, GDF, Plano Piloto. Bookmark o link permanente.

2 respostas para Jardins de Burle Marx, mais uma promessa de Agnelo que não sai do papel

  1. Perdão, Chico Sant’Anna, mas, dessa vez …. , ainda bem que não fizeram os jardins do Roberto Burle Marx! Já comentei aqui, há tempos, que os projetos dele para o Eixo Monumental foram recusados por Lucio Costa, para quem o canteiro central sempre foi uma pausa, um “silêncio” visual verde, sem maiores. E o Roberto concordou, inclusive com testemunho do Hiroshi (atual responável pelo escritório), que assistiu a conversa entre dois dois no escritório do Roberto!

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  2. André disse:

    Mas Maria Elisa, ficamos sem nem uma nem outra visão. O canteiro verde vazio do Lucio Costa não está mais preservado, e os jardins e espelho d’água do Burle Marx não estão prontos.

    Pessoalmente, não considero suficiente o argumento de alteração ao projeto original de Brasília para negar nenhuma obra. É mais importante analisar os impactos da obra à cidade e a sua população.

    André

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